PF apreenda imóveis e dinheiro em fase da operação Unha e Carne
Buscas na 8ª fase da Operação Unha e Carne atingiram propriedades de luxo no Rio e revelaram R$ 40 mil escondidos. Prisão de inspetor e deputado eleito amplia investigação sobre esquema de lavagem.

O que aconteceu
A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (15/10) a oitava fase da Operação Unha e Carne, alvando imóveis de alto padrão em Niterói, Angra dos Reis e Petrópolis. Destaca-se uma cobertura avaliada em R$ 22 milhões no bairro de Camboinhas, em Niterói, com 526 metros quadrados e vista para o mar. Em Angra dos Reis, foi alvo uma casa com piscina e quadra de areia.
Durante as diligências em uma residência em Camboinhas, identificada como pertencente ao inspetor da Polícia Civil José Carlos Alves de Souza Júnior, a PF encontrou R$ 40 mil em dinheiro vivo escondidos em uma adega. O valor estava camuflado entre garrafas de vinho. Segundo as autoridades, o dinheiro foi apreendido durante os mandados de busca e apreensão.
A operação resultou na prisão de seis investigados. Entre eles estão o deputado estadual eleito Márcio Canella, o ex-secretário de Polícia Civil Marcus Amim e José Carlos Alves de Souza Júnior. Outros presos incluem Christiano Gaspar Fernandes, Giovanni Gaspar Fernandes e Pablo Jukia Felix Ferreira, também inspetores da corporação.
Segundo a PF, os investigados fazem parte de uma organização criminosa que utilizava postos de combustíveis para lavar dinheiro. A Justiça determinou o sequestro de bens e a suspensão das atividades de 112 empresas ligadas à rede.
O que dizem as fontes
O Metrópoles detalha as propriedades atingidas, citando a cobertura de R$ 22 milhões em Niterói, a casa em Angra dos Reis com deck para lanchas e um imóvel em Petrópolis. O veículo informa que a operação investiga suspeitas de vazamento de informações contra o Comando Vermelho e uma rede de proteção ao crime organizado, que teria movimentado mais de R$ 7,6 bilhões nos últimos seis anos.
O Veja Política, por sua vez, foca na descoberta do dinheiro vivo e no papel específico dos prisoneiros. O veículo informa que José Carlos Júnior usava a esposa para ocultar sua participação na estrutura econômica, tendo como função distribuir valores entre integrantes e agentes públicos. Além disso, o meio cita o inspetor como possível autor de ameaças contra um ex-sócio.
Ambas as fontes concordam sobre a data da deflagração da 8ª fase e os nomes dos presos principais (Márcio Canella, Marcus Amim e José Carlos). O Veja Política especifica que Canella foi eleito com a segunda maior votação do estado e detalha as funções dos demais inspetores presos, detalhes não abordados pelo Metrópoles neste trecho.
Fontes
Este artigo cruza o que estes veículos publicaram. Cada dado está em pelo menos um deles.
- Metrópoles — Unha e Carne: veja cobertura de R$ 22 milhões e casas de luxo alvos da PF
- Veja Política — Operação Unha e Carne: PF encontra dinheiro vivo escondido em adega; vídeo
Artigo redigido com ajuda de inteligência artificial a partir das fontes citadas. Como fazemos as notícias.

