Scaloni chora ao despedir Messi e diz que foi sonho treiná-lo
Treinador da Argentina emocionou-se na partida contra o Benim. Scaloni afirmou que foi um sonho treinar o jogador histórico, enquanto reconheceu a dificuldade de substituir sua aura.

O que aconteceu
Lionel Scaloni chorou durante a execução do hino nacional argentino na última terça-feira, em partida amistosa contra o Benim no Monumental, jogo que marcou a despedida oficial de Lionel Messi da seleção. Segundo o ge, ambos os craques se emocionaram no momento, um acontecimento flagrado pela imprensa e que gerou comoção nos mais de 80 mil Torcedores presentes.
O técnico explicou sua reação durante a coletiva pós-jogo. "Para mim, foi um sonho ter sido técnico dele... Nunca pensei que seria treinador do maior jogador de futebol da história", disse Scaloni à Gazeta Esportiva e ao ge. Ele reforçou que a tristeza era justificada pela saída definitiva de um jogador irrepetível, mas agradeceria infinitamente por ter tido a oportunidade.
A partida terminou com uma vitória de 3 a 0 sobre o Benim. Messi atuou em seu último jogo pela Albiceleste, registrando duas assistências e um gol, conforme informado pela Gazeta Esportiva. O ge detalhou que o craque recebeu homenagens antes do jogo, incluindo uma blusa comemorativa e a condição de sócio honorário do River Plate, além de aplausos ao minuto dez.
Scaloni admitiu que foi difícil para a equipe nos primeiros minutos devido à ansiedade de querer proporcionar um adeão perfeito. "No primeiro tempo, os companheiros não sabiam que jogada escolher. Estavam muito nervosos porque todos queriam que ele se despedisse da melhor maneira", explicou o comandante ao ge.
O que dizem as fontes
O ge e a Gazeta Esportiva concordam nos pontos centrais: a emoção de Scaloni, a definição de Messi como o maior da história e a natureza 'irrepetível' da sua carreira. Ambos relatam as declarações do treinador sobre ser um sonho tê-lo sob seu comando e a tristeza pela ausência futura.
Há complementos importantes nas fontes. O ge traz detalhes cenarios específicos da despedida, como as roupas especiais preparadas para a ocasião (com referências à bandeira), a presença de Stéfano Di Carlo entregando presentes no Monumental e o histórico recente de Messi na seleção pós-2016 até a conquista mundial em 2022. Já a Gazeta Esportiva foca mais na projeção técnica, citando Scaloni afirmando que só há como compensar a saída do jogador com uma grande equipe coletiva e referindo-se ao 'frescor' trazido pelos jovens talentos para os próximos desafios.
Enquanto o ge enfatiza o legado emocional e histórico (125 gols em 207 partidas, citação de Ronaldinho Gaúcho), a Gazeta Esportiva destaca a estatística da goleada sobre o Benim como parte das três vitórias consecutivas na Data Fifa recente, contextualizando o momento do grupo.
Por que importa
Scaloni reconhece que será um período 'duro' e 'difícil' para a Argentina sem Messi. Ele afirma que a sensação de tê-lo ao lado é inigualável e que essa aura não voltará, mas manifesta confiança na capacitação do grupo atual e dos jovens jogadores para enfrentar os momentos difíceis que virão, seguindo em frente e continuando a competir.
Fontes
Este artigo cruza o que estes veículos publicaram. Cada dado está em pelo menos um deles.
- ge Futebol — Scaloni explica emoção em despedida de Messi: "Foi um sonho ser treinador do maior jogador da história"
- ge — Messi e Scaloni choram no hino em partida de despedida do craque da Argentina
- Gazeta Esportiva — “Não haverá nada igual em campo”, diz Scaloni sobre Messi
Artigo redigido com ajuda de inteligência artificial a partir das fontes citadas. Como fazemos as notícias.

